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14/02/2012

Valentine´s Day

No dia dos namorados da gringa (Valentine's Day), resolvi postar uma foto de tatuagem fofa de casal para ilustrar a data. Afinal de contas, cada um demonstra o seu amor como bem entende:

Quer ver mais tatuagens fofas? Veja este post aqui.


22/07/2011

Para refletir...

Recebi por e-mail um texto de Adriana Setti, para a seção "Mulheres no Mundo", da Revista Época, que vale a pena passar adiante.

Boa leitura:

"No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.

Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.

Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.

Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.

Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.

Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.

Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves, tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).

Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.

Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.

Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).

É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.

PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil."


Juju, adorei!
Gostaram do texto?
Bom fim de semana a todos!


30/06/2011

Quebra cabeça personalizado

Hoje vim dar uma dica muito legal de presente para crianças, namorado, amigas, etc. No site UAU você transforma uma foto especial em um quebra cabeça personalizado. É só mandar uma foto com boa resolução, escolher a quantidade de peças do jogo e o título que vem na caixa do brinquedo - que também é personalizada. O pagamento é feito com cartão e em poucos dias você recebe o jogo em casa. Eu encomendei um há tempos e fiquei muito satisfeita com a compra. Escolhi uma foto com um fundo de mata/natureza que tornou o passatempo mais difícil. Assim que tiver oportunidade, tiro foto do jogo e mostro aqui, ok?

O jogo é fabricado em papel cartão com espessura de 2mm,. As medidas da caixa são 18x24x3,50cm, e cada peça mede aproximadamente 3,50x3,50cm.




Vi que no site tem também baralhos, jogos de memória, todos personalizados.
Adoro dar presentes assim... demonstra um carinho especial pela pessoa que será presenteada. Alguém já conhecia esse site? O que acharam?



28/06/2011

Design infantil em jóias

Jóias projetadas por seu filho é a especialidade da ourives Mia van Beek, que utiliza os rabiscos infantis como inspiração ao fazer peças.

Tomando os melhores esboços desenhados em giz de cera pela criançada, o artista executa colares, chaveiros, pingentes, todos em ouro, prata e titânio.

Mantendo-se fiel ao espírito e respeitando as linhas do giz de cera, as jóias desenhadas por um filho tornam-se, além de extraordinariamente belas, únicas.







Eu simplesmente amei esse trabalho. Faria e farei algo similiar, com certeza!
Quer ver mais? Clique aqui.
E vocês? O que acharam?


20/06/2011

Amor em alto-relevo

Jungyun Yoon, um designer de jóias da República da Coreia, criou estes anéis para deixar uma impressão duradoura entre os amantes. Os anéis tem aparência de aliança, por dentro tem letras em alto-relevo que deixam uma impressão no dedo de quem usa, quando anel é retirado.

Para o criador da peça, a inspiração veio de "um cantor coreano escreveu uma canção sobre a marca de queimadura que ele encontrou em seu dedo depois que ele rompeu com sua namorada e tirou um anel que ele havia usado por um longo tempo. "

O anel/aliança deixa impressões de duas palavras: always ou marry me, e estão disponíveis em prata ou ouro.



Agora me digam, vocês usariam?

21/05/2011

Tatuagens delicadas

Achei essas tatuagens tão delicadas, que tinha que mostrar por aqui - vai que serve de inspiração para alguém:












Você faria alguma dessas?


05/05/2011

Headband é pra todos

Headband está fazendo a cabeça da mulherada, famosas vivem desfilando suas madeixas com vários modelos - um acessório que surgiu na Grécia. Sabe aquelas coroas de folhas que eles usavam ao redor da cabeça? Foram os primeiros headbands.
Por volta dos anos 60 e 70, ele era um acessório que não podia faltar no visual. Moda hippie! O headband foi usado como enfeite tanto por homens quanto mulheres. De lá pra cá, foi sendo substituído por bonés, arcos, tiaras e presilhas. Mas, como vocês sabem, a moda é muito louca e tudo que vai, volta. Assim foi com os headbands, que agora estão com tudo!!

O acessório foi aprimorado, tem de várias formas e tamanhos. Tem pra todos os estilos e idade, bom chegamos ao ponto que eu queria, não resisti quando vi essas fotos e fiz questão de postar aqui pra vocês essas lindezas.


Qual faz mais o seu estilo?









Já estou providenciando vários para a minha Helena.

03/04/2011

Hoje é dia de poema

Achei lindo demais e quis dividir com vocês:

"Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar.

Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."

Cora Coralina

27/07/2010

Mulher maravilha

Achei esse texto da Mariliz Pereira Jorge o máximo:

"Você Não É a Mulher Maravilha

Ela tem força de Hércules, a sabedoria de Atena e a beleza de Afrodite... mas, você não. Então relaxe.

1. Você não precisa saber trocar o pneu do carro nem manejar uma furadeira. E muito menos saber programar o dvd para gravar o novo episódio de The Big Bang Theory.

2.Correr 5 km está bom demais da conta. Ninguém vai para o céu porque participa de maratonas.

3. Folga para o salto aos finais de semana. Ninguém é bonita e elegante 24 horas por dia, sete dias por semana. Jeans, camiseta e rabo de cavalo é preferência dos homens da Men's Health.

4. É claro que você pode chorar depois que leva uma bronca do seu chefe - mas que seja escondida no banheiro, pelo amor de Deus.

5. Tem todo o direito de chorar - até quando descasca cebola.

6. Ninguém vai saber que você dormiu de roupa, com maquiagem no sofá da sala, depois de uma bebedeira daquelas. Permita-se.

7. Você não vai para o inferno porque fala palavrões quando a fecham no trânsito ou prende o dedo na porta - e é uma delícia encher a boca e soltar um !@#$%&*.

8. Quem é que não morre de preguiça de sair da cama no inverno para ir à academia.

9. Não, ele não vai reparar que você está com a depilação vencida- a não ser que esteja parecendo um jogador de futebol.

10.Perder a hora do almoço para fazer as unhas sempre não dá.

11. Está liberado. Pode roer todas as unhas esperando a resposta daquela entrevista de trabalho.

12. Bacon e ovos no café da manhã? Delícia! E de vez em quando não fazem mal a ninguém. Com uma tacinha de prosecco, melhor!

13. E não é maluca só porque checa o celular de 30 em 30 segundas em busca de um sinal de vida dele.

14. Todo mundo tem celulite.

15. Ou descobre que vestiu a roupa errada na pior das situações.

16. Não, não tem que fazer ioga ou pilates só porque o mundo faz.

17. Se está pensando em dar PT (perda total) no cartão de crédito para comprar o presente dele de aniversário, pode parar agora. O cara não vai gostar mais ou menos de você por isso. Acredite! "



Só tenho que ratificar: permita-se!
Beijos


08/07/2010

Paixão avassaladora

No mundo virtual tem coisa que fica batida que todo mundo vê e fala... eu me rendo!Também cometo essas gafes...heheheh

Posso estar sendo repetitiva, talvez você já viu esse vídeo, tudo bem... mas é tão, tão fofo que quem não viu tem que ver!

Dá vontade de chorar junto...

"I love him so much..."



Não é fofo?
beijos